quarta-feira, 7 de setembro de 2011

LinuxSociAll a primeira rede social do mundo para usuários Linux!




LinuxSociALL 1ª rede social do mundo para usuários Linux

Já imaginou em uma rede social para nós usuários de Software Livre?

Essa rede social existe é o LinuxSociALL.

Um lugar onde você pode trocar ideias e ficar sempre em contato com seus amigos da área ou ajudar novos usuários Linux. Mostre como nosso Mundo Livre pode ser mais eficiente e dinâmico. Crie seu grupo em torno do seu projeto de Software Livre e use nossos recursos para divulgar seu trabalho. Visite, apoie, aprecie, divulgue e compartilhe suas informações motivando outros na busca pelo conhecimento.

Vamos mostrar pra todo mundo que o Linux não é só 2% como as pesquisas falam
e deixo aqui meu convite pessoal para conhecerem o LinuxSociALL:



segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Unity, Gnome 3 e Pôneis malditos...

Acredito que as mudanças no Ubuntu, que substituiu o Gnome-Shell pelo Unity, mexeu tanto com o ego da turma do Gnome que acabou por influenciar diretamente no desenvolvimento do Gnome 3. Eu nunca tinha utilizado o Gnome 3, e sempre que eu tentava utilizar o Unity a única coisa que me vinha a cabeça era: “... Pôneis Malditos... Pôneis Malditos...” Claro que quando a Canonical tomou a decisão de adotar o Unity, o Gnome 3 já existia, não sei se na sua totalidade, mas a impressão que me fica é que apesar de muito mais funcional e simpático ele ainda me lembra aquela musiquinha: “... Pôneis Malditos... Pôneis Malditos...” As coincidências pode ser vistas nas imagens abaixo.


Não creio que houve plágio de nenhum dos lados, todos tem potencial e criatividade suficiente para desenvolver sua interface da maneira que achar melhor...não, não... da maneira que a Canonical achar melhor, e aí então podemos explicar a nova tendência. A Canonical quer levar o Ubuntu aos tablets e isso é uma idéia que ela sempre deixou bem claro - Atingir todas as frentes com o Ubuntu! Estamos vivendo hoje o momento da aceitação. Temos que engolir as interfaces como a Canonical e o mercado em geral querem impor para que quando o momento dos tables chegar, ninguém vai estranhar!

“... Pôneis Malditos... Pôneis Malditos...”

 - "Oswaldo A. Sá Ferreira é instrutor do ensino profissionalizante e esta muito feliz com seu iPad e o iOS e  vai voltar a usar Gnome 2 no seu desktop pois quer ver os: “... Pôneis Malditos... Pôneis Malditos...” Bem longe!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Pós-PC… Pós o quê? Esqueci!

Vivemos tempos onde os profetas digitais estão em voga. O mercado está tão festivo que já se fala até em uma "nova era", a "era pós-PC"! Pós-PC? Isso mesmo, pós-PC, pós-computadores pessoais, pós-grandes desktop em nossas mesas, pós-grande consumo de energia, pós-enorme número de componentes ecologicamente agressivos…pós-pós!
Mas será que devemos acreditar realmente nesta história? A "nova era" pós-PC, na verdade não é tão nova assim, e já foi proclamada em tempos anteriores (Jonathan Schwartz em 2004 e por David Clark em 1999), mas será que agora é para valer? O assunto voltou a cair na boca do povo depois do keynote de lançamento do iPad2 apresentado por Steve Jobs, que fez uso do termo na tentativa de declarar uma nova revolução! O que podemos dizer é que tanto agora quanto em episódios anteriores, os nossos novos gadgets por mais fantásticos que sejam, nunca matam a computação tradicional.
Sarah Rotman Epps, da Forrester, publicou um artigo apontando quatro características fundamentais compartilhadas por tablets, smartphones e afins, veja abaixo:

O uso deixa de ser estacionário e passa a ser ubíquo: em vez de o computador ficar na sua mesa, ele fica no seu bolso (ou bolsa).
Os aparelhos não ficam desligados: em vez de ligar o computador, usá-lo e desligar ao fim, na era “pós-PC” os gadgets estão sempre ligados e podem ser usados a qualquer momento.
A computação se torna íntima: em vez de ficar a uma braça de distância do conteúdo, smartphones e tablets trazem a tela para bem mais perto do usuário, além de poderem ser usados em situações mais pessoais, como na cama ou deitado no sofá.
A interação perde uma camada de abstração: em vez de movimentar um cursor, os dedos do usuário “tocam” diretamente o conteúdo.

E então, com isso o que podemos analisar sobre o futuro dos desktops? Será mesmo o fim? E os gamers? Será que vão se contentar com telas pequenas e baixas taxas de FPS? Creio que a declarada nova era pós-PC está aí para que quiser assistir e participar e nos próximos meses, apreciaremos, em gráficos garrafais e declarações efusivas, a fantástica ascensão mercadológica dos tablets e gadgets do gênero.
E então? O PC acabou? Hã? PC? Esqueci!

- "Oswaldo A. Sá Ferreira é instrutor do ensino profissionalizante e apesar de acreditar cegamente na era pós-PC, está louco para por as mãos em um iMac de 27”... enquanto o iPad2 não chega!”

Leia mais: Forrester: a era “pós-PC” é real e está chegando; conheça as quatro características principais dela | MacMagazine